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março 11, 2010

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Elias é o pulmão do Corinthians

setembro 17, 2009
Elias
Elias

O Corinthians de Mano Menezes passou por uma recente reformulação. Aos poucos a equipe voltou a ser competitiva. Já está há seis jogos sem perder. O time tem algumas peças indispensáveis. Uma delas é Elias.

Como corre o sorridente Elias. Bola no ataque, lá está ele, geralmente pela direita, criando jogadas e arriscando finalização. Um dia acerta, mas seu forte não é chutar à gol. Gosto mais da visão de jogo e das assistências dele no ataque. Encontrar espaço na defesa adversária é outra qualidade. Como já jogou no ataque, talvez esteja aí a explicação da facilidade em abrir a defesa com suas penetrações.

Na defesa é um batalhador. Corre tanto que muitas vezes atrapalha o adversário e toma a bola, sem ser um marcador implacável, faz muito bem o papel defensivo. E pensar que foi Rincon quem definiu a posição de Elias no futebol.

Ronaldo tem razão quando aponta Elias como um dos principais jogadores do clube. Andrés Sanches lamenta até hoje ter aceito na negociação, a imposição de liberar o jogador para uma transferência internacional.

Elias é do parceiro do Palmeiras. Jogou no Palmeiras e não foi aproveitado. Deve ser coisa do destino. O cara que dispensou Elias do Palmeiras deve ter arrumado emprego no Cartola ( ótimo jogo no site da Globo ). O valor de Elias no joguinho é tão baixo que deve ser vingança de alguém.

O frágil Coxa de Pedro Ken

setembro 17, 2009
Pedro Ken
Pedro Ken

O Coritiba esta vivendo no brasileiro a maldição do centenário. O time melhorou nas mãos de Ney Franco, deve fugir do rebaixamento e ficar longe do nono lugar de 2008. Apontado como revelação no ano passado, Pedro Ken é a cara do time. Fraco, não justifica a esperança da torcida.

Apesar de jovem, a revelação do Coxa já jogou na lateral e no meio campo. Não convenceu em nenhuma delas. Dá passe curto, não arrisca e muitas vezes nem é notado durante o jogo.

O time do Coritiba deve ser resumido na dupla Carlinhos e Marcelinho Paraíba. Carlinhos é a alma da equipe e Marcelinho, o jogador capaz de desequilibrar. Quando Marcelinho Paraíba cansa, o nível da equipe leva um tombo. Atuando em casa a torcida empurra, fora o time não dá confiança.

Voltas que o mundo dá no futebol brasileiro

setembro 7, 2009

Dunga capitao

Quando assumiu a seleção brasileira Dunga foi alvo de uma justa metralhadora de criticas. Chegou ao comando da seleção um sujeito claramente amargurado. Capitão do tetra nos Estados Unidos, o hoje treinador era a imagem do fracasso na Copa da Itália. Ninguém lembra, mas Sebastião Lazaroni era o técnico e além de ser um patético ator num comercial de carro, o treinador inventou a era Dunga.

Como na Itália, a Argentina de Maradona encerrou a carreira de ator de Lazaroni, afundou também a imagem do valente volante brasileiro. Nem sei o que aconteceu com os carros que Lazaraoni anunciava, mas Dunga virou personagem sem sal no futebol brasileiro. Veio a Copa dos Estados Unidos e o protagonista Romário. Dunga era seu parceiro de quarto com fama de esconde tudo do baixinho.

Em campo a imagem que ficou foi a de Dunga desabafando após os pênaltis diante da Itália e a pose como capitão da seleção com a taça na mão. Uma imagem obrigatória. Dunga representou na seleção o esforço. Ninguém olha a foto de Dunga e sente saudade do estilo e da técnica do jogador.

Esse personagem foi o escolhido, sem ser treinador, para comandar a seleção brasileira após um fracasso na Copa da Alemanha. Tosco, chato, sem curriculum e com cara amarrada. A metralhadora entrou em ação.

Chamado de burro nos estádios pelo Brasil, Dunga conquistou fora de casa o respeito que o cargo exige. Ganhou a Copa América numa final com a Argentina, parece destino. Veio a Copa das Confederações e o título na África do Sul. Veio a classificação para a Copa com três rodadas de antecedência, fato inédito nos pontos corridos nas eliminatórias.

E Dunga foi mais longe. Venceu a Argentina com Maradona no comando, até acho que foi vingança, por 3 a 1 em Rosário. Já são 18 partidas sem derrotas na seleção, dez vitórias consecutivas. Com Dunga no comando nunca perdemos para a Argentina.

Do jeito que andam as coisas, vou jogar a metralhadora na lata do lixo, comprar o carro que Lazaroni anunciou na Copa da Itália, e se a seleção brasileira for campeã em 2010, a foto de Dunga levantando a taça vai virar pôster. E com legenda – o cidadão aí foi o técnico da seleção campeã do mundo na África do Sul.

Lanterna para iluminar o futuro do Fluminense

agosto 27, 2009

Fluminense

A crise do futebol carioca virou tema de simpósio. Os clubes afundados em dividas não tem lugar pra treinar, não pagam salários e vivem sonhando que um dia tudo dará certo como num passe de mágica. O Vasco vive na segundona e Flamengo, Botafogo e Fluminense tentam sobreviver. O pesadelo do Fluminense deve levar o clube para a série B.

Não pense em perseguição carioca. Morei no Rio de Janeiro na década de oitenta e tive fortes emoções no Maracanã. Os cariocas ainda tinham brilho nos olhos e desejo de conquistas. O Maracanã foi um templo durante alguns anos da minha vida. Lá vi desfilar Zico, a chegada de Renato Gaúcho, o Fluminense do casal vinte, Romário e Dinamite e as mazelas do Botafogo. Tinha até o América e o Bangu foi vice brasileiro.

O Fluminense de hoje é um balaio. É o maior exemplo de que parceria, nem sempre faz bem ao clube. Manda um, manda dois, mandam todos e não manda ninguém. Renato Gaúcho voltou ao clube enfiado goela à baixo por quem paga a conta. Por falar em conta, o clube não paga direito.

Em campo o reflexo do desmando. Não há comprometimento. Jogador que foi, volta para sair daqui a pouco. Contratação chega sem aprovação médica, reprovado, é confirmado no elenco. Sinal do desespero que a lanterna impõe.

O destino pode fazer justiça na vida do Fluminense. O clube afundado, chegou ao limite de disputar a terceira divisão. Com justiça e com Parreira, foi para a segunda. Uma virada de mesa, Copa João Havelange, devolveu o Fluminense ao pelotão de elite. Um absurdo que poderá ser vingado com a queda do time neste ano.

Muita coisa errada envolve o tricolor carioca. Até das Laranjeiras o time se afastou. Dizem que vai virar campinho para sócio. O clube precisa de uma virada. Torço para que a lanterna, hoje na mão, ilumine o futuro do Fluminense.

Vagner Love cobriu de neve um futuro promissor

agosto 14, 2009

Vagner Love

Fora da seleção brasileira, esquecido na Rússia, Vagner Love quer voltar. Não é a primeira vez e nem será a última. Em busca da independência financeira, o atacante trocou o Palmeiras pelo apagado futebol russo. Até que o CSKA fez alguma coisa fora do torneio local e mesmo marcando gols as trancinhas do artilheiro não convenceram o mercado europeu.

O CSKA tá cheio de propostas tentadoras pelo jogador, surgiram até noticias do interesse da Inglaterra. A verdade é que até Jô, ex-Corinthians, teve mercado e Vagner Love continua na geleira russa. Esquecido. Nem Dunga é capaz de lembrar dele. Até Diego Tardelli consegue espaço na seleção brasileira.

Vagner Love sabe marcar gols. No Brasil cabe em muitos times. O Palmeiras de Obina e Ortigoza, abre os portões do Palestra Itália e quer tê-lo de volta. O caminho, forçar um empréstimo com compensação na extensão do contrato que termina em 2011, usando o forte argumento que precisa ser notado para estar na Copa 2010. O Corinthians, deve ser por amor, também sorri para o jogador. Vagner Love, é rubro-negro de coração. Já notaram que apelar para o Flamengo dá certo…risos.

Vagner Love não evoluiu. Não encantou, não desencantou. Futebol russo ninguém assiste, não notam e não dá prestigio. Encheu o bolso e  cobriu de neve um futuro promissor. É só mais um brasileiro que não desiste nunca. Não sabe cumprir contrato e pede para voltar pra casa.

Novo milagre para Fiel acreditar

julho 31, 2009

Corinthians

O torcedor corintiano está apreensivo. Com a saída de vários jogadores está decretado o final de um ciclo vitorioso no Parque São Jorge. Campeão de quase tudo o que disputou desde a queda para a série B, o time montado por Mano Menezes deixou de ser uma incógnita e virou exemplo a ser seguido.

Essa equipe vencedora foi montada com jogadores médios. Recebeu reforços cirúrgicos em meio à série B e uma gorda cereja no bolo chamada Ronaldo. Deu liga. Mano Menezes conduziu o processo com maestria. Montou a partir da defesa, sempre a melhor nas competições, uma equipe com cara de Fiel. Um milagre.

Jogadores medianos viraram craques. Elias era só um esforçado jogador na Ponte Preta. Douglas, um talento inconstante. André Santos, refugo de Flamengo e Atlético Mineiro. Chicão, um ilustre ex-zagueiro do América de Rio Preto. Cristian e Alessandro esforçados complementos em outros times.

Esqueça Ronaldo, sem antes lembrar que era uma simples jogada de marketing e pense. Foi milagre, sorte e competência. O problema é imaginar que tudo vai acontecer mais uma vez. O raio vai cair no mesmo lugar em meio a uma tempestade chamada Libertadores e no ano do centenário. É difícil de acreditar.

O torcedor e a imprensa encantados com os resultados desse Corinthians, sonham de olhos abertos. Imaginam outras proezas. Novos Ronaldos abandonando a aposentadoria e querendo provar superação. Medianos jogadores se transformando em estrelas. São Jorge desceu do cavalo e organiza lista de encomendas.

Sem dinheiro para trazer estrelas, começam a surgir nomes com Paulo André, Bill e Edu. Lucas, Rafael Sóbis ou Riquelme, as cerejas de 2010. Competência para encontrar soluções no mercado já foi provada. Competência para conduzir o processo já é conhecida. O problema será acreditar no milagre. Cá entre nós, tem que ser Fiel pra acreditar que tudo vai se repetir no Corinthians.

O esquentado goleiro do Santos precisa de ajuda

junho 28, 2009
Fabio Costa
Fabio Costa

Fabio Costa está na história do Santos. Ficaram na memória  as pedaladas de Robinho no título brasileiro diante do Corinthians em 2002. Porém, os milagres de Fabio Costa garantiram a conquista naquele dia. Pênaltis inesquecíveis defendidos na Vila Belmiro e outras defesas incríveis marcam a carreira desse temperamental goleiro do Santos.

Muita gente nem lembra, mas Fabio Costa jogou pela seleção brasileira. Uma curta passagem, só seis jogos. Talvez seu gênio explosivo tenha pesado diante dos concorrentes na hora da convocação. Tecnicamente merecia uma presença mais constante na seleção.

No Corinthians, chegou e foi personagem da conquista de 2005, tão contestada pelos adversários. Foi na Vila Belmiro que o goleiro fez historia. Grandes defesas, conquistas e muito barulho. Já saiu correndo atrás de torcedor após derrota. Ofendido na rua, foi acusado de jogar seu carro na bicicleta de outro torcedor. Só para ficar na torcida, teve a briga no corredor da Vila onde dizem, pegou caco de vidro num confronto.

Gênio explosivo, enquanto a confusão foi com o torcedor foi chamado de fera. Dentro de campo sempre joga no limite, não permite dividida com adversário. No grupo assume uma liderança sem espaço para contestação. Teve problemas com alguns treinadores, principalmente com aqueles que se acham o rei da selva. Briga, enfrenta, esquenta. Não será lembrado como um acomodado ou um príncipe da simpatia.

A última imagem que tenho do goleiro do Santos foi sua saída do Bruno Jose Daniel com a cara fechada, sem falar com a imprensa, após uma dividida característica em Gustavo Nery do Santo André. A vitima ficou sem jogar e o goleiro foi julgado e punido.

A seqüência de tentativas de agressão e brigas com companheiros, preocupa. Tenho certeza que o goleiro do Santos não descobriu talento para lutador de boxe aos trinta anos. Essas explosões em seqüência ( Fabiano Eller, Paulo Henrique Ganso e Eduardo Bahia ) são sintomas de que algo esta errado. Fabio Costa vem superando limites na confusão. Teve seu nome envolvido em escândalo policial fora de campo. A fera precisa ser domada, precisa de ajuda.

Ficou difícil acreditar no Inter

junho 18, 2009

Leandrão Inter

Os gols perdidos pelo Internacional na derrota para o Corinthians no Pacaembu sinalizam a dificuldade que o time gaúcho terá para reverter o quadro na decisão da Copa do Brasil. Ficou difícil, muito difícil, quase inacreditável. Mesmo com os reforços Nilmar, Kleber, Bolívar e D’Alessandro, será difícil para o Internacional.

O garoto Taison jogou bem. Foi o único a assustar a zaga do Corinthians no primeiro jogo da decisão. Teve imensas chances de marcar pelo menos um gol. A jogada que recebe de Andrezinho entre dois zagueiros e cara a cara chuta em Felipe, tirou o brilho da atuação do garoto. Taison será lembrado pelos inúmeros gols que perdeu.

O Inter terá direito a chiadeira. Primeiro pelo pênalti não marcado por Heber Roberto Lopes, de Marcelo Oliveira em Alecsandro no inicio do jogo. Poderá reclamar que o arbitro economizou cartões na partida e evitou que um ou outro corintiano ficasse fora do jogo final.

A defesa do Inter nunca foi uma muralha. Falhou feio nos dois gols. No primeiro até a vovó dos zagueiros sabe que quando um lateral vai ao fundo para cruzar, vem bola na marca do pênalti e não tinha ninguém lá. No segundo houve pane após a cobrança de lateral e deixaram Elias lançar Ronaldo. Índio levou o drible, mas não merece crucificação.

Incrível foi a mudança de Tite. Tirou Alecsandro, famoso por ser irmão de Richarlyson e colocou o desprezível Leandrão ( foto). O reserva de Alecsandro entrou no jogo e já merecia ser expulso, demorou pouco e levou o vermelho. Não deveria voltar para Porto Alegre. O Inter precisava de um atacante para fazer pelo menos um gol e ele com a expulsão deixou Tison como única solução para o time.

O time gaúcho vai lamentar muito não ter feito um golzinho no Pacaembu. Tem até elenco para ganhar do Corinthians em Porto Alegre. Fazer 2 a zero é possível, com muita sorte. Será difícil não sofrer um gol. Pênaltis poderá ser a única solução. Ficou muito difícil acreditar no Internacional.

Ir para o Palmeiras foi um golaço de Obina pelo Flamengo

maio 27, 2009
Que golaço !!!!!!
Que golaço !!!!!!

Inacreditável ! É a única palavra capaz de resumir a contratação de Obina pelo Palmeiras. Luxemburgo aprovou a contratação de um jogador que teve seus momentos na Gávea por marcar seus poucos gols em decisões e virar uma boa humorada tirada flamenguista. Pior, Obina não marca gol há 177 dias.

Obina no Flamengo conseguiu um feito para atacante nenhum botar defeito. Tem uma média, risível, de oito gols por temporada. É verdade que marcou gols decisivos. É verdade que caiu na graça do torcedor rubro negro. Como também é verdade que é uma piada flamenguista, velha e gasta.

A última alegria que Obina deu ao Flamengo foi a transferência. Chega ao Palmeiras do aporte financeiro da Traffic, de graça!!!! O Flamengo até toparia pagar o salário. Negócio da China, para o Flamengo. A chegada de Obina tem certa graça. Só não consigo entender onde Obina será útil ao Palmeiras.

Ortigoza é melhor e faz gol. Lenny é mais fogoso e faz gol. Keirrison pode estar vivendo fase magra, mas faz gol. Porque Luxemburgo deixou contratar um atacante que não faz gol ? Será uma visão ? Um recado dos deuses do futebol ?

Nem Eto faria um golaço desse ! Após 177 dias de absoluto jejum, ser contratado por uma equipe do porte do Palmeiras. Um golaço pro Flamengo !!!!!!